Um dos vozes mais importantes no campo da legislação de criptografia nos EUA lançou uma posição provocadora sobre a classificação das criptomoedas sob as regulamentações existentes. De acordo com um relatório recente, a expertise jurídica contesta a suposição de que a simples posse de ativos digitais para valorização deveria estar sob a categoria de valores mobiliários.
Distinção jurídica: interesse económico passivo
Teresa Goody Guillen, uma advogada respeitada no setor de blockchain, argumentou que a posse passiva de criptomoedas com esperança de aumento de valor não atende aos parâmetros legais estabelecidos pela lei de valores mobiliários. Estas não deveriam estar sujeitas às mesmas regulamentações que instrumentos financeiros ativos. Segundo a sua análise, o interesse económico passivo difere significativamente dos instrumentos que geram rendimentos ou direitos de voto. Esta é uma distinção jurídica fundamental que não deve ser negligenciada nos debates regulatórios.
Posição da Ripple e advertências da SEC
As observações da advogada alinham-se com a posição que a Ripple apresentou anteriormente à SEC. A empresa alertou que a expansão arbitrária das regulamentações sobre atividades determinadas exclusivamente por intenções especulativas poderia sufocar a inovação no setor de crypto. Essas advertências refletem uma preocupação mais ampla da indústria com a sobreregulamentação de uma classe de ativos ainda em evolução.
O debate continua a permanecer no centro das atenções da comunidade de profissionais jurídicos e participantes do mercado, onde a clarificação do estatuto jurídico das criptomoedas continua sendo uma prioridade crítica para o futuro da indústria.
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Criptomoedas não devem estar sujeitas a regulamentações de valores mobiliários, afirma especialista em direito
Um dos vozes mais importantes no campo da legislação de criptografia nos EUA lançou uma posição provocadora sobre a classificação das criptomoedas sob as regulamentações existentes. De acordo com um relatório recente, a expertise jurídica contesta a suposição de que a simples posse de ativos digitais para valorização deveria estar sob a categoria de valores mobiliários.
Distinção jurídica: interesse económico passivo
Teresa Goody Guillen, uma advogada respeitada no setor de blockchain, argumentou que a posse passiva de criptomoedas com esperança de aumento de valor não atende aos parâmetros legais estabelecidos pela lei de valores mobiliários. Estas não deveriam estar sujeitas às mesmas regulamentações que instrumentos financeiros ativos. Segundo a sua análise, o interesse económico passivo difere significativamente dos instrumentos que geram rendimentos ou direitos de voto. Esta é uma distinção jurídica fundamental que não deve ser negligenciada nos debates regulatórios.
Posição da Ripple e advertências da SEC
As observações da advogada alinham-se com a posição que a Ripple apresentou anteriormente à SEC. A empresa alertou que a expansão arbitrária das regulamentações sobre atividades determinadas exclusivamente por intenções especulativas poderia sufocar a inovação no setor de crypto. Essas advertências refletem uma preocupação mais ampla da indústria com a sobreregulamentação de uma classe de ativos ainda em evolução.
O debate continua a permanecer no centro das atenções da comunidade de profissionais jurídicos e participantes do mercado, onde a clarificação do estatuto jurídico das criptomoedas continua sendo uma prioridade crítica para o futuro da indústria.