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Durante anos, os cartões-presente foram vistos como pouco mais do que presentes convenientes de última hora. Eram úteis, mas raramente considerados uma ferramenta financeira séria. Essa percepção está mudando, e o catalisador é uma nova geração. A Geração Z está redefinindo como gastamos, poupamos e pensamos sobre o dinheiro, e, nesse processo, reformulando o que os cartões-presente representam na vida cotidiana.
Ao contrário das gerações anteriores, a Geração Z cresceu num mundo onde pagamentos digitais são a norma, não a exceção. Eles estão confortáveis a gerir múltiplas carteiras digitais, ganhar recompensas e experimentar diferentes formas de moeda, desde cartões-presente até ativos digitais. Para eles, um cartão-presente não é apenas uma novidade, é uma ferramenta flexível para orçamentação, presente e até investimento de pequenas quantias em experiências ou produtos que valorizam.
Essa mudança reflete uma alteração mais ampla no comportamento do consumidor. As ferramentas financeiras já não se limitam aos produtos bancários tradicionais. As decisões de consumo diário agora carregam um elemento de estratégia. Um cartão-presente, por exemplo, pode fazer parte de um plano para maximizar recompensas, gerir fluxo de caixa ou experimentar novas plataformas sem risco. Para as marcas, isso significa que os cartões-presente vão além de ferramentas de marketing e tornaram-se componentes ativos no ecossistema financeiro do consumidor.
Também estamos a testemunhar uma mudança cultural. A Geração Z valoriza o controlo e a autonomia sobre as suas finanças. Eles querem opções que se ajustem ao seu estilo de vida, e não o contrário. Os cartões-presente, com a sua versatilidade e facilidade de uso, oferecem exatamente isso. Permitem às pessoas participar na economia nos seus próprios termos, ligando a novidade à utilidade.
O que isto significa para o panorama dos pagamentos? As empresas precisarão repensar a forma como abordam os cartões-presente, recompensas e incentivos. Estas ferramentas já não são produtos pontuais; são portas de entrada para o envolvimento, fidelidade e literacia financeira de uma geração que valoriza conveniência, flexibilidade e transparência.
Os cartões-presente estão a evoluir de uma conveniência ocasional para um ativo financeiro de uso diário e mainstream. Para quem presta atenção, essa mudança é um sinal precoce de como a Geração Z continuará a desafiar suposições, não apenas sobre pagamentos, mas sobre o sistema financeiro como um todo.
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A Geração Z Está a Reescrever as Regras dos Pagamentos e os Cartões de Presente Estão a Liderar o Caminho
Will Reeves, CEO da Fold.
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Durante anos, os cartões-presente foram vistos como pouco mais do que presentes convenientes de última hora. Eram úteis, mas raramente considerados uma ferramenta financeira séria. Essa percepção está mudando, e o catalisador é uma nova geração. A Geração Z está redefinindo como gastamos, poupamos e pensamos sobre o dinheiro, e, nesse processo, reformulando o que os cartões-presente representam na vida cotidiana.
Ao contrário das gerações anteriores, a Geração Z cresceu num mundo onde pagamentos digitais são a norma, não a exceção. Eles estão confortáveis a gerir múltiplas carteiras digitais, ganhar recompensas e experimentar diferentes formas de moeda, desde cartões-presente até ativos digitais. Para eles, um cartão-presente não é apenas uma novidade, é uma ferramenta flexível para orçamentação, presente e até investimento de pequenas quantias em experiências ou produtos que valorizam.
Essa mudança reflete uma alteração mais ampla no comportamento do consumidor. As ferramentas financeiras já não se limitam aos produtos bancários tradicionais. As decisões de consumo diário agora carregam um elemento de estratégia. Um cartão-presente, por exemplo, pode fazer parte de um plano para maximizar recompensas, gerir fluxo de caixa ou experimentar novas plataformas sem risco. Para as marcas, isso significa que os cartões-presente vão além de ferramentas de marketing e tornaram-se componentes ativos no ecossistema financeiro do consumidor.
Também estamos a testemunhar uma mudança cultural. A Geração Z valoriza o controlo e a autonomia sobre as suas finanças. Eles querem opções que se ajustem ao seu estilo de vida, e não o contrário. Os cartões-presente, com a sua versatilidade e facilidade de uso, oferecem exatamente isso. Permitem às pessoas participar na economia nos seus próprios termos, ligando a novidade à utilidade.
O que isto significa para o panorama dos pagamentos? As empresas precisarão repensar a forma como abordam os cartões-presente, recompensas e incentivos. Estas ferramentas já não são produtos pontuais; são portas de entrada para o envolvimento, fidelidade e literacia financeira de uma geração que valoriza conveniência, flexibilidade e transparência.
Os cartões-presente estão a evoluir de uma conveniência ocasional para um ativo financeiro de uso diário e mainstream. Para quem presta atenção, essa mudança é um sinal precoce de como a Geração Z continuará a desafiar suposições, não apenas sobre pagamentos, mas sobre o sistema financeiro como um todo.