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Quem é o líder em ações de conceito de veículos elétricos? Guia de investimento em BYD, Tesla e Li Auto
A grande era da indústria de energias renováveis já chegou
Nas últimas décadas, testemunhámos todo o percurso da evolução das indústrias de PC, smartphones inteligentes, entre outras, desde a sua origem até à explosão. Agora, a indústria dos veículos elétricos está a reescrever essa história. Com o avanço das metas globais de redução de carbono e a definição de prazos para a proibição de veículos a combustão em vários países, os automóveis de energia nova passaram de uma margem marginal para o centro das atenções, tornando-se alvo de investimento no mercado de capitais.
Tal como na altura em que a Apple superou a Nokia ou a Netflix derrotou a Blockbuster, a ascensão da indústria dos veículos elétricos está a remodelar todo o panorama do transporte. Isto não é apenas um avanço tecnológico, mas uma transformação na civilização empresarial — o aumento da consciência ambiental, as políticas favoráveis, as mudanças nos hábitos de consumo — estes fatores, combinados, criaram uma janela de crescimento de várias décadas para o mercado de veículos elétricos.
Quem lidera a indústria dos veículos elétricos?
Tesla: o primeiro a dar o passo
Quando se fala de ações relacionadas com veículos elétricos, a Tesla (TSLA.US) é um nome inevitável. Esta empresa, com uma estratégia cuidadosamente planeada, tornou-se em pouco mais de uma década um padrão na indústria.
Construção de marca: O primeiro produto da Tesla foi um supercarro, com um objetivo claro — estabelecer uma perceção de marca de “luxo e tecnologia”, aumentando significativamente a aceitação do consumidor ao preço de uma marca emergente. Depois, a empresa anunciou a abertura gratuita de todas as suas patentes, aparentemente para impulsionar o desenvolvimento do setor, mas na verdade para consolidar a sua posição como “referência do setor”.
Modelo de lucro: A Tesla aproveitou ao máximo os benefícios políticos, lucrando com a venda de créditos de carbono, e obteve subsídios substanciais na China para montar fábricas. Em 2020, a Tesla tornou-se lucrativa, entrou no índice S&P 500, e o seu preço de ação disparou mais de dez vezes em pouco tempo, fazendo de Elon Musk o homem mais rico do mundo.
Vantagens competitivas: Atualmente, a Tesla detém uma quota de mercado global de 21% no setor de veículos elétricos, liderando o ranking. A produção altamente automatizada reduz os custos de pessoal, mantendo uma margem líquida de cerca de 15% — um valor quase três vezes superior ao da segunda classificada, BYD.
BYD: a surpresa com cadeia de abastecimento completa
A líder chinesa na indústria de veículos elétricos é a BYD (1211.HK). Fundada em 1995, esta empresa percorreu um percurso típico de “upgrading” industrial — de fabricante de baterias a fornecedor de componentes para telemóveis, até se tornar numa líder de veículos de energia nova.
Ponto de viragem: Após adquirir a QinChuan Motors em 2003, a BYD começou a integrar a sua vantagem tecnológica em baterias de lítio, concentrando-se no setor de veículos de energia nova. Durante a crise financeira de 2008, conseguiu atrair um investimento de 1,8 mil milhões de dólares de Warren Buffett, crescendo de forma sólida até hoje.
Posição de mercado: A BYD é atualmente a segunda maior fabricante mundial de veículos elétricos, e a primeira na China, com lucros anuais constantes desde a sua entrada na bolsa, uma situação rara entre os concorrentes.
Características de gestão: A margem bruta da empresa ronda os 20%, semelhante à Tesla, mas a margem operacional é claramente inferior, por duas razões principais: primeiro, a Tesla beneficia de mais incentivos políticos globais, enquanto a BYD depende sobretudo do mercado chinês; segundo, a BYD tem uma gama de negócios mais ampla e custos de pessoal elevados, dificultando grandes cortes de pessoal.
Por isso, o índice P/E da BYD dificilmente supera o da Tesla, mas a cadeia de abastecimento completa que controla e a expansão contínua no mercado externo garantem um potencial de crescimento a longo prazo. Além disso, a recente redução de participação de Buffett torna as ações mais acessíveis, tornando-se uma oportunidade para investidores de longo prazo.
Li Auto: o vencedor das novas forças do setor automóvel
A Li Auto (LI.US) representa o exemplo de uma grande empresa chinesa de internet a entrar na indústria automóvel. Em comparação com outras novas forças como a NIO e a Xpeng, a Li Auto já conseguiu alcançar lucros, o que constitui uma vantagem competitiva significativa.
O estado atual da indústria de veículos elétricos
Oferta: de gargalo de crescimento a excesso
Com a entrada de fabricantes tradicionais e empresas de internet no setor de veículos elétricos, o mercado de energias novas vive uma fase de “milhares de flores a florescer”. Apesar de a procura geral manter um crescimento acelerado, a oferta cresce ainda mais rápido, levando a uma mudança de escassez para excesso de oferta.
Segundo Wang Chuanfu, presidente da BYD, o setor de veículos elétricos entrou numa fase de “eliminatórias”, com uma competição extremamente intensa nos próximos 3 a 5 anos. Isto significa que empresas com tecnologia deficiente ou custos de produção elevados correm risco de serem eliminadas.
Custos: o dilema do aumento de preços das matérias-primas
O aumento de novas empresas no setor leva a uma consequência direta: os fornecedores de matérias-primas upstream aproveitam a procura crescente para aumentar os preços. Contudo, os consumidores finais têm uma tolerância limitada a aumentos de preços, e os fabricantes de automóveis ficam entre dois fogos, com margens de lucro a encolherem.
Numa situação assim, apenas três tipos de empresas podem resistir a esta guerra: primeiro, as que têm uma cadeia de abastecimento própria e completa (como a BYD); segundo, as que dispõem de forte apoio financeiro (como as novas forças apoiadas por gigantes da internet); terceiro, as que conseguem reduzir custos e aumentar eficiência rapidamente com tecnologia.
Digitalização: o próximo ponto de viragem
“Carros inteligentes” já se tornaram o foco de toda a indústria. Dentro do quadro regulatório atual, o limite para condução autónoma é ainda o nível 2, mas o espaço para a inteligência dos veículos ainda não está saturado — a integração com smartphones, postos de carregamento, sistemas de estacionamento, entre outros, pode melhorar bastante a experiência do utilizador.
Controlar plataformas de ecossistemas inteligentes será a chave para a competição futura entre fabricantes de automóveis. É por isso que as novas forças apoiadas por gigantes tecnológicos como Tencent, Alibaba, Meituan, são tão valorizadas.
Quem vai ficar por cima? Os três grandes confrontos
Tesla vs. BYD: confronto no palco global
Estas duas empresas são as maiores concorrentes em vendas de veículos elétricos, ocupando a segunda e a primeira posição em quota de mercado global, respetivamente.
Dados do primeiro trimestre de 2023 mostram que as vendas da BYD aumentaram mais de 100%, muito acima do crescimento de cerca de 50% da Tesla. A quota de mercado global da Tesla está a diminuir gradualmente, especialmente na China, onde o desempenho tem sido fraco. Espera-se que até 2025, a quota da Tesla na América do Norte diminua significativamente, devido à concorrência de marcas emergentes de preços baixos.
No geral, a BYD pode ter uma vantagem competitiva mais forte. Como começou a desenvolver baterias, possui uma cadeia de abastecimento mais completa do que a Tesla, e uma presença de mercado mais ampla. Apesar de as vendas globais ainda não serem iguais às da Tesla, nos próximos 3 a 5 anos, o crescimento acelerado do mercado chinês oferece um potencial considerável. Se a BYD conseguir consolidar gradualmente o mercado externo neste período, o seu futuro de longo prazo será bastante promissor.
NIO vs. Xpeng vs. Li Auto: a diferenciação das novas forças
As três novas forças do setor automóvel foram fundadas entre 2014 e 2015, apoiadas por Tencent (NIO), Alibaba (Xpeng) e Meituan (Li Auto), com públicos-alvo distintos — NIO posiciona-se acima de 40 mil RMB, a Li Auto cerca de 35 mil, e a Xpeng abaixo de 20 mil.
A situação atual de competição é: apenas a Li Auto conseguiu lucros, enquanto as outras duas continuam a operar com prejuízo.
Em termos de crescimento, a NIO supera a Xpeng, por um lado devido a uma base menor, e por outro, porque a Tencent, como gigante da internet na China, tem uma vantagem clara na plataforma de veículos inteligentes, com maior potencial de liderança futura. A NIO foca no segmento de alta gama, beneficiando de incentivos políticos na China, podendo transformar altos preços em lucros.
A Xpeng aposta na estratégia de preços baixos para conquistar mercado, mas se essa estratégia não conseguir captar uma quota significativa, corre o risco de se tornar numa “empresa de prejuízo para aumentar vendas”, o que preocupa o seu futuro.
Por que investir agora em ações de veículos elétricos?
O setor de veículos elétricos difere do mercado saturado de telemóveis e computadores, representando uma verdadeira história de crescimento. Seja por políticas, tecnologia ou tendências de consumo, os veículos elétricos cumprem os dois principais critérios da “teoria da bola de neve” de Buffett — “neve molhada suficiente” (grande procura de mercado) e “inclinação longa suficiente” (ciclo de crescimento prolongado).
Países principais já estabeleceram prazos claros para a proibição de veículos a combustão, e a procura por veículos elétricos continuará a crescer. Ao contrário do mercado de telemóveis, que só exige atualizações e substituições periódicas, o espaço de crescimento do mercado de veículos elétricos é muito maior. Investir nesta indústria permite não só participar na expansão de riqueza que ela traz, mas também testemunhar uma mudança na civilização empresarial.
O que deve acompanhar ao investir em ações de veículos elétricos?
Infraestruturas de carregamento continuam a ser um gargalo
O maior obstáculo ao crescimento do setor de veículos elétricos é a insuficiência de postos de carregamento. Na maioria das cidades, especialmente em regiões como Taiwan, os estacionamentos em condomínios e edifícios carecem de infraestruturas de carregamento, levando a uma quantidade de pontos de carregamento muito inferior às estações de abastecimento tradicionais. Isto afeta diretamente a vontade de compra dos consumidores, pelo que a expansão da rede de carregamento deve acelerar.
Flutuações no preço do petróleo têm impacto limitado
As oscilações do preço do petróleo são muitas vezes superestimadas na sua influência sobre o desenvolvimento dos veículos elétricos. No início da pandemia, o preço do petróleo chegou a ficar negativo, mas foi precisamente nesse período que as vendas de veículos elétricos explodiram. A redução de emissões e a luta contra o aquecimento global são tendências irreversíveis, e as políticas governamentais estão claramente a favorecer os veículos elétricos, tornando o seu crescimento inevitável.
A força financeira e a estratégia das empresas-mãe também são essenciais
Muitas novas forças no setor de veículos elétricos ainda operam com prejuízo, mas continuam a investir em investigação e desenvolvimento graças ao forte apoio financeiro das suas empresas-mãe. Contudo, nem sempre as empresas-mãe com dinheiro continuam a investir, a menos que a empresa de veículos elétricos tenha um papel estratégico dentro do grupo. Os investidores devem aprofundar o conhecimento sobre a estratégia global e a capacidade operacional das empresas-mãe.
No geral, nos próximos 3 a 5 anos, o setor de veículos elétricos continuará a crescer rapidamente, mas enfrentará dificuldades como preços de venda difíceis de aumentar e aumento dos custos de matérias-primas. As empresas que se destacarem serão aquelas que controlarem toda a cadeia de abastecimento, conseguirem reduzir custos, dominarem o mercado e possuírem tecnologia de ponta.