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Três cidadãos chineses foram presos na Coreia do Sul, revelando-se um caso de branqueamento de capitais com criptomoedas no valor de 1,07 bilhões de dólares.
A autoridade aduaneira da Coreia do Sul recentemente encaminhou ao Ministério Público três cidadãos chineses, suspeitos de realizar atividades de lavagem de dinheiro em grande escala através de canais não autorizados de criptomoedas. De acordo com a investigação da alfândega sul-coreana, esta rede criminosa transnacional transferiu e ocultou ilegalmente 148.900 milhões de won sul-coreanos (aproximadamente 1,07 mil milhões de dólares) em ativos criptográficos entre setembro de 2021 e meados de 2025. A revelação deste caso expôs novamente os riscos associados à estrutura de regulação do mercado de criptomoedas na Coreia do Sul, que ainda é deficiente.
Métodos de lavagem de dinheiro cuidadosamente elaborados: como contornar a supervisão financeira
Os três suspeitos detidos utilizaram um processo operacional complexo para ocultar a origem dos fundos. Segundo o comunicado da sede da alfândega de Seul, o grupo recebia depósitos de clientes via WeChat e Alipay, posteriormente comprava criptomoedas em vários países, transferia-as para carteiras digitais na Coreia, trocava-as por won sul-coreano e, por fim, dispersava os fundos através de múltiplas contas bancárias domésticas.
Para evitar a fiscalização das autoridades, os criminosos disfarçavam essas transferências como transações comerciais legítimas — alegando que os fundos eram destinados a custos de cirurgias plásticas no exterior ou despesas de estudo no estrangeiro. Essa tática explorou a vulnerabilidade da Coreia na falta de monitoramento em tempo real do fluxo de capitais transfronteiriços, permitindo que uma grande quantidade de fundos ilegais entrasse no sistema financeiro formal. A autoridade aduaneira afirmou que os suspeitos utilizaram esse método para ocultar mais de 1 bilhão de dólares de origem desconhecida.
Vácuo regulatório: por que a Coreia se tornou alvo de lavagem de dinheiro
A Coreia tem se esforçado para aprimorar o quadro regulatório das criptomoedas, mas o progresso tem sido lento. Foi justamente esse vazio regulatório que transformou o país no “mercado-alvo” de criminosos internacionais. Atualmente, os investidores de criptomoedas na Coreia enfrentam restrições rigorosas às transações, levando a um fluxo massivo de fundos para plataformas no exterior — somente em 2025, mais de 11 bilhões de dólares em ativos criptográficos saíram do país.
Essa situação coloca os investidores locais em uma encruzilhada: com restrições às negociações domésticas, eles não conseguem se proteger efetivamente contra riscos de plataformas estrangeiras. Ainda pior, esse vácuo regulatório oferece uma oportunidade para grupos criminosos, como o envolvido neste caso, explorarem a dependência dos investidores sul-coreanos em plataformas no exterior e as fragilidades no monitoramento do fluxo de fundos, injetando continuamente recursos ilegais no sistema financeiro.
Aviso por trás das ações de aplicação da lei
Embora a alfândega sul-coreana tenha conseguido desmantelar com sucesso este caso de lavagem de dinheiro transnacional e entregue os três suspeitos ao Ministério Público, isso também evidencia a gravidade do problema. Um grupo criminoso foi capaz de operar por um período relativamente longo (de 2021 a 2025), movimentando mais de 1 bilhão de dólares em fundos ilícitos, o que demonstra que a aplicação da lei somente após os fatos é insuficiente.
A natureza anônima e a movimentação transfronteiriça das criptomoedas as tornam uma “ferramenta perfeita” para lavagem de dinheiro. A Coreia precisa estabelecer um sistema de identificação mais robusto, fortalecer a cooperação com agências internacionais de aplicação da lei, aprimorar os mecanismos de alerta para fluxos suspeitos de fundos e avançar na formulação de um quadro regulatório para criptomoedas. Assim, será possível proteger os direitos dos investidores e prevenir o uso ilegal dos recursos.