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O motor central que impulsiona a história da exploração espacial global tem sido sempre a competição geopolítica. Sem dúvida. Desde a competição entre EUA e URSS na Guerra Fria até à atual rivalidade entre China e EUA, a motivação inicial para a exploração espacial muitas vezes foi a confrontação com a “ameaça potencial do adversário”, e não apenas uma curiosidade científica. A União Soviética lançou em 1957 o primeiro satélite artificial da história (Sputnik 1), fazendo com que os Estados Unidos percebessem repentinamente que os foguetes eram essencialmente mísseis balísticos intercontinentais, capazes de colocar satélites no espaço ou cabeças nucleares sobre os EUA. Para conter a URSS, os EUA escolheram um objetivo que na altura parecia totalmente irrealista — “chegar à Lua”. O então presidente Kennedy elevou a corrida espacial a uma batalha entre “liberdade e tirania”, claro, também para conseguir mais fundos do Congresso. Daquela famosa fala nasceu a frase: “We choose to go to the moon not because they are easy, but because they are hard”. Bastante inspiradora e motivadora. Quando os EUA colocaram a bandeira na Lua, isso marcou o fim da geração anterior da corrida espacial. Muitos dizem que o programa Apollo terminou porque o dinheiro acabou, mas na verdade, foi porque deixou de haver motivação geopolítica para sustentar investimentos tão elevados. Hoje, a corrida espacial entre China e EUA mantém-se na base de uma disputa geopolítica, mas evoluiu de uma “colocação de bandeiras” na Lua para uma “corrida por territórios”, uma luta por recursos e pelo direito de definir novas regras. Será uma disputa de longo prazo, mais pragmática do que na era da Guerra Fria, mas também potencialmente mais brutal.