A verdadeira independência energética não está debaixo da terra, mas no céu. Elon Musk viu o caminho para construir, todos os anos, 100 gigawatts de satélites solares espaciais movidos a inteligência artificial. Como alcançar isso? Enviando um milhão de toneladas de carga útil para órbita todos os anos. Cada tonelada gera cem quilowatts de energia. Isso exige que a Starship seja lançada dez mil vezes por ano. Parece ficção científica? Para os padrões da aviação, esse número de voos não é muito. Mas, se compararmos com o total de lançamentos de todos os foguetes atualmente em operação no mundo, é um número enorme. Isso não é apenas uma questão tecnológica, mas também de determinação. Uma rede de energia espacial totalmente liderada pelos EUA mudaria completamente o cenário geopolítico e energético. Ela não dependeria mais do petróleo do Médio Oriente, nem ficaria à mercê das propostas frágeis e caras de energia verde promovidas pelos globalistas. O objetivo final desse plano pode ser de um terawatt por ano. Até mesmo, Musk mencionou a fabricação de satélites na Lua, usando propulsores de massa para lançá-los. Isso contorna completamente as limitações físicas do lançamento da Terra. Enquanto alguns ainda se preocupam com turbinas e painéis solares, outros já estão planejando bases lunares e estações espaciais de energia. Essa diferença de mentalidade é a verdadeira disparidade. A corrida espacial liderada por empresas privadas está deixando para trás o antigo modelo de exploração espacial estatal. A questão é: quem vai definir as regras desse futuro?

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