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A UE insta Israel a reverter a decisão de confisco de terras na Cisjordânia
(MENAFN) A União Europeia emitiu na segunda-feira uma forte repreensão contra a controversa decisão de Israel de designar vastos territórios na Cisjordânia como terras de propriedade do Estado, alertando que a ação viola o direito internacional.
Falando na sessão informativa ao meio-dia da Comissão Europeia, a porta-voz Anouar El Anouni condenou a iniciativa de registro de terras, afirmando que “constitui uma nova escalada após medidas recentes já destinadas a expandir o controlo israelita nas Áreas A e B.”
O representante da UE alertou que a medida ameaça destruir quaisquer perspetivas remanescentes de um Estado palestino.
“Recordamos que a anexação é ilegal segundo o direito internacional. E apelamos a que Israel reverta esta decisão”, destacou El Anouni.
A controvérsia surgiu após o governo israelita aprovar na domingo uma proposta inovadora para registrar oficialmente os territórios palestinos na Cisjordânia como propriedade do Estado — uma manobra legal sem precedentes na região ocupada.
A emissora pública de Israel confirmou que a iniciativa partiu de uma proposta conjunta do Ministro das Finanças Bezalel Smotrich, do Ministro da Justiça Yariv Levin e do Ministro da Defesa Israel Katz.
Segundo a mídia, a medida abrangente desbloqueará protocolos de registro de terras congelados, abolirá quadros jurídicos jordanianos de décadas e exporá registros de terras mantidos em segredo por anos.
Os palestinos denunciam as ações como preparação para uma anexação total da Cisjordânia, argumentando que os movimentos representam uma tomada de território de facto que destruiria o quadro de solução de dois Estados apoiado pela ONU.