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Bob Iger后任探しの舞台裏:ディズニーが直面する究極の選択
Enquanto o contrato de Bob Iger como presidente e CEO expira no final de 2025, o conselho de administração da Disney está a preparar uma decisão de liderança de extrema importância. Num setor de entretenimento em rápida transformação, a relevância desta decisão nunca foi tão grande.
A saída de Bob Iger e o cruzamento de caminhos da Disney
A escolha do sucessor de Bob Iger no passado causou grande confusão. Iger anunciou a sua saída no final de 2021, mas a gestão de Bob Chapek, nomeado seu substituto, desmoronou em cerca de um ano. O conselho decidiu reintegrar Iger, dando origem a uma reviravolta inesperada de quatro anos.
Neste caos, a Disney enfrentou divisões internas, lutas pelo poder e uma fuga de talentos. As mudanças sucessivas — saída de Iger, substituição por Chapek, e retorno de Iger — expuseram a fragilidade da liderança da empresa.
Desta vez, não se pode cometer erro. O processo de decisão sobre o sucessor de Iger está a ser conduzido de forma mais organizada e transparente, aprendendo com os erros anteriores.
Três desafios antes da sucessão do CEO
As qualidades que a Disney procura no próximo líder são extremamente elevadas. Em primeiro lugar, é essencial que o candidato consiga responder à transformação estrutural do setor, da televisão tradicional para o streaming. A capacidade de fazer o Disney+ competir com Netflix e Amazon Prime será decisiva para o futuro da empresa.
Em segundo lugar, é preciso gerir o fluxo de caixa e recuperar a rentabilidade num contexto de incerteza económica. Os investidores da Wall Street estão a valorizar mais lucros sólidos do que investimentos agressivos em streaming. A estratégia de crescimento da era Iger está a dar lugar a uma gestão mais estável.
Por fim, o novo CEO terá de liderar várias iniciativas simultaneamente: supervisionar a construção de um novo resort em Abu Dhabi, revitalizar os parques temáticos, fortalecer os estúdios de cinema, explorar a inteligência artificial, entre outras. O sucessor deve herdar o vasto legado de Iger e conduzir a Disney para uma nova era.
Forças e fraquezas dos quatro candidatos
Quatro executivos internos disputam a liderança.
Josh D’Amaro, responsável pelos parques, é o mais valorizado na Wall Street. Com 27 anos na Disney e responsável por um plano de expansão de 600 mil milhões de dólares, tem experiência limitada em cinema e televisão, o que é seu único ponto fraco.
Dana Walden, responsável pela televisão e streaming, possui profundo conhecimento nestas áreas. É uma potencial primeira CEO mulher na história de 102 anos da Disney. Contudo, falta-lhe experiência em parques temáticos e jogos.
Alan Bergman, responsável pelos estúdios de cinema, e Jimmy Pitaro, presidente da ESPN, também são nomes considerados, embora com menor destaque até agora.
A filosofia de sucessão de James Gorman
James P. Gorman, que assumiu a presidência da Disney há um ano, conhece bem os desafios de uma transição de liderança, tendo liderado a Morgan Stanley durante a crise financeira de 2008. Como CEO durante 14 anos, foi responsável por reestruturar e fazer crescer a instituição.
Gorman colocou a sucessão como prioridade máxima, integrando uma perspetiva externa ao processo. O conselho criou um comité dedicado, composto por Gorman, a CEO da General Motors, Mary Barra, o CEO da Lululemon, Calvin McDonald, e o ex-dirigente da Sky, Jeremy Darroch. Avaliam rigorosamente as competências, resiliência e qualidades de liderança de cada candidato.
“Poucos líderes conseguem fazer uma transição tão bem,” afirma Erika H. James, diretora da Wharton School. “Gorman é alguém que não hesita em tomar decisões difíceis.”
Os segredos do sucesso na Morgan Stanley
O processo de sucessão na Morgan Stanley destacou-se pela sua disciplina ao longo de vários anos. Os candidatos tiveram tempo suficiente com o conselho, e a importância de envolver acionistas, funcionários e os próprios candidatos foi claramente reconhecida.
Gorman explica o seu método: “Tudo começa com uma pergunta simples: quero realmente deixar o cargo? Eu quis, e foi assim que o meu sucessor conseguiu ter sucesso.”
Em outubro de 2023, quando Ted Pick foi nomeado CEO, dois candidatos não selecionados foram promovidos a co-presidentes e receberam recompensas de retenção significativas. Especula-se que o conselho da Disney poderá adotar uma estratégia semelhante para evitar perdas de talento.
Missão do próximo líder da Disney
O novo CEO terá uma vasta lista de tarefas: consolidar o Disney+ como principal plataforma de streaming, responder à decadência da televisão tradicional mantendo a qualidade do conteúdo, revitalizar os parques, maximizar os ativos adquiridos com as franquias de cinema, Pixar, Marvel e Lucasfilm.
Deverá também liderar a transformação do processo criativo na era da inteligência artificial, responder às incertezas da economia global, e lidar com um ambiente político cada vez mais polarizado, desafios que Iger não enfrentou.
O conselho comunicou aos investidores, na mensagem de 2024, que “não basta apenas escolher um novo CEO, é preciso criar uma estrutura que permita uma equipa de gestão forte a liderar o futuro da Disney.”
Quando será anunciado o sucessor de Iger?
A previsão é que a nomeação seja feita na primavera de 2026. Apesar de Iger ter conquistado muitos ativos com as suas reformas, o verdadeiro valor dependerá da liderança que assumir o comando.
“Uma organização evolui através da mudança,” afirma Gorman. “Repetir os mesmos passos não leva ao crescimento.”
Quem escreverá o próximo capítulo da Disney? Essa resposta será revelada em breve.