Percebi uma tendência interessante — se olharmos para o mercado global do tabaco, há uma forte concentração. Algumas empresas de tabaco controlam literalmente a maior parte da indústria, e os números são realmente impressionantes.



Li estatísticas sobre os maiores players: Philip Morris International tem uma capitalização de cerca de 142 mil milhões, British American Tobacco aproximadamente 92 mil milhões, Altria Group 88 mil milhões. São valores consideráveis. A propósito, a PMI está a avançar ativamente para produtos alternativos como o IQOS — parecem perceber para onde vai o vento.

O que me surpreendeu foi que a China National Tobacco Corporation produz mais de 40% de todos os cigarros no mundo, mas é uma empresa estatal, por isso não se conhece a sua capitalização. As restantes empresas de tabaco são mais transparentes: JTI do Japão, ITC da Índia, KT&G da Coreia — cada uma com o seu peso regional.

Interessante é que algumas já estão a diversificar-se. A ITC, por exemplo, não faz só tabaco, mas também entra no setor de alimentos e hotéis. A Swedish Match aposta mesmo em produtos sem fumo. Parece que a indústria está a mudar lentamente, mas certamente. Embora, no geral, as empresas de tabaco continuem a ser negócios altamente lucrativos, apesar de todas as proibições e restrições.
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