Acabei de mergulhar na história dos NFTs e alguns desses preços são absolutamente incríveis. Como, por exemplo, o Merge do Pak que foi vendido por 91,8 milhões de dólares em 2021 — ainda é o NFT mais caro já vendido. O que é louco é que nem sequer era propriedade de um único colecionador. Em vez disso, quase 29.000 pessoas compraram quantidades diferentes por $575 cada uma. Esse é um modelo completamente diferente do que a maioria das pessoas pensa ao imaginar NFTs.



O trabalho do Beeple também parece dominar esse espaço. O seu Everydays: The First 5000 Days foi vendido por $69 milhões na Christie's em 2021, começando por apenas $100 na leiloeira. O cara literalmente criou uma peça todos os dias durante 5.000 dias seguidos e as combinou numa colagem gigante. Esse tipo de compromisso aparentemente justifica avaliações insanas.

Depois há o Clock, outra peça do Pak feita com Julian Assange. Essa atingiu $23 milhões em 2022. É basicamente um temporizador que conta os dias de prisão, atualizando diariamente. Um conceito bastante pesado para um NFT, honestamente.

O que é interessante é como os CryptoPunks continuam aparecendo nessas listas de NFTs mais caros vendidos. Especialmente os de tema alienígena — o CryptoPunk #5822 foi vendido por milhões, e há apenas cerca de 9 deles em existência. O fator de raridade é real.

Todo o mercado parece ser construído sobre escassez, reputação do artista e se as pessoas realmente se importam com a história por trás da peça. Algumas dessas foram vendidas por milhões, mas, de acordo com dados recentes, 95% dos NFTs são basicamente inúteis. Então, sim, nem toda arte digital é criada igual.
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