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Eu não esperava que a filosofia do Bitcoin de Michael Saylor fosse tão rigorosa. Ao ouvir sua última entrevista, o fundador da MicroStrategy transmite que sua estratégia de investimento em Bitcoin não é apenas uma estratégia empresarial, mas uma tentativa de redesenhar todo o sistema económico.
Atualmente, a MicroStrategy possui mais de 470.000 bitcoins. O custo total de aquisição é de 31,1 bilhões de dólares, com um preço médio de compra de 65.033 dólares. Como a empresa que detém a maior quantidade de Bitcoin no mundo, Michael Saylor compara essa estratégia ao desenvolvimento de uma "Manhattan Digital". Ou seja, não se trata de vender, mas de continuar a comprar eternamente.
O mais interessante é que ele nega completamente a teoria dos ciclos de preço do Bitcoin. Com a entrada na era dos investimentos institucionais, o mercado já não é mais influenciado pela quantidade de mineração dos mineiros, mas pela demanda de fundos gigantes como a BlackRock. Segundo Michael Saylor, o Bitcoin deve crescer em média 29% ao ano nos próximos 21 anos, podendo atingir 13 milhões de dólares até 2045. Com o preço atual, isso equivale a comprar por menos de 1% do valor estimado.
O que Michael Saylor enfatiza é a estratégia de emissão de títulos garantidos por Bitcoin. Ele propõe emitir 1 bilhão de dólares em títulos garantidos por 10 bilhões de dólares em Bitcoin, pagando 8% de juros e operando com uma rentabilidade de 60%. Do ponto de vista de gestão de risco, ele argumenta que garantir o empréstimo com colaterais é muito mais racional do que simplesmente emprestar.
Sobre a possibilidade de empresas asiáticas imitarem essa estratégia, Michael Saylor é otimista. Quanto mais empresas participarem, mais forte será a rede Bitcoin, beneficiando todos os detentores. Ele vê isso como um ciclo virtuoso.
No que diz respeito à gestão de Bitcoin, Michael Saylor é bastante realista. Algumas pessoas preferem gerir por conta própria, enquanto outras precisam de custódia institucional. Crianças de 3 anos, idosos de 80 anos, pessoas cegas, fundos fiduciários para fetos — as opções variam conforme a situação. A segurança de grandes bancos é completamente diferente da de pequenas exchanges de criptomoedas.
Sobre o conceito de reserva nacional de Bitcoin sob o governo Trump, Michael Saylor é cauteloso, mas otimista. Ele aponta que, se houver consenso político, isso pode acelerar o crescimento de toda a indústria.
A visão de Michael Saylor sobre memecoins é fria. Classificando ativos digitais, ele afirma que os "produtos digitais" sem emissor, como o Bitcoin, são os mais fortes, enquanto outros tokens provavelmente acabarão zerados. Sem uma estrutura regulatória clara, os investidores institucionais não investirão quantias significativas.
Ele rejeita a crítica de que "Bitcoin é caro demais e só os ricos podem comprar". É possível comprar frações de Satoshi por menos de 1 centavo, e, ao contrário de imóveis, é possível possuir uma fração de 1 bilhão dessa unidade. Ele afirma que o Bitcoin é, na verdade, a forma mais democrática de distribuição de ativos.
Quanto à evolução do protocolo Bitcoin, Michael Saylor é conservador. Ele acredita que 99,9999% das grandes atualizações acabam causando mais mal do que bem. Essa postura é comparável à elaboração de leis, baseada na ideia de que regulações excessivas podem destruir o mercado, uma visão econômica fundamentada.
Por fim, Michael Saylor define o Bitcoin não como uma "religião", mas como um "protocolo econômico". Baseado nos princípios da termodinâmica, é uma tecnologia que conecta a energia econômica ao indivíduo, sendo a primeira na história da humanidade. Assim como o fogo, a eletricidade ou a matemática, o Bitcoin se tornará uma infraestrutura fundamental para a prosperidade humana. Ele também fala aos investidores chineses que o acesso a essa rede de energia digital representa uma transição de ativos do século XX para os ativos do século XXI.