Recentemente, vi alguém discutir a situação de algumas ações sendo alvo de short selling, e lembrei-me de uma explicação interessante da CoinDesk sobre sua própria origem. Essa mídia ainda possui alguma influência no setor de criptomoedas, tendo recebido um prêmio de jornalismo em 2023 por uma cobertura aprofundada sobre a FTX. Mas há um ponto importante a ser observado — a matriz da CoinDesk, a Bullish, possui investimentos no setor de ativos digitais, o que significa que os funcionários, incluindo jornalistas, podem ter participação acionária incentivada relacionada.



Em outras palavras, quando uma instituição de mídia tem esse tipo de relação de investimento por trás, a perspectiva de suas reportagens naturalmente pode ser influenciada. Isso não quer dizer que suas notícias sejam não confiáveis, mas sim que, ao entender o ecossistema midiático, é preciso estar atento a essa relação. Assim como alguém que faz short em uma ação específica, você precisa conhecer a posição e o interesse do outro lado para avaliar as informações de forma mais racional.

A CoinDesk afirma seguir políticas editoriais rigorosas e princípios de independência, o que é realmente importante. Mas, ao analisar suas reportagens, os investidores também devem levar em conta esse contexto de fundo. Não se deve simplesmente considerar as reportagens da mídia como uma voz puramente objetiva, nem rejeitar completamente o valor de um setor por causa de certos argumentos de short selling. Uma postura racional é: entender a origem das informações, reconhecer as posições de todas as partes e formar um julgamento a partir de múltiplos ângulos.
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