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Polícia europeia soa o alarme: crime cripto assume caráter mafioso, transações ilegais ultrapassam 40,9 mil milhões de dólares em 2024
A Europol, a organização policial europeia, lançou recentemente um alerta de peso: o crime relacionado com criptomoedas já não é uma actividade dispersa, mas sim operações mafiosas organizadas e altamente especializadas.
De acordo com o Relatório de Crimes em Criptomoedas 2025 da Chainalysis, em 2024 o volume de transacções direccionadas para endereços ilegais atingiu os 40,9 mil milhões de dólares — e isto é apenas a ponta do iceberg, sem contar com as áreas cinzentas como o tráfico de droga pago em cripto.
O mais alarmante é que os métodos dos criminosos estão cada vez mais agressivos
Já não se limitam à lavagem de dinheiro on-chain. Este ano, tem havido na Europa vários casos de “ataques de chave inglesa”(wrench attack) — em que gangues recorrem directamente à violência para forçar os detentores de criptomoedas a entregar as chaves privadas. Só em França foram reportados mais de 10 casos deste género.
Os resultados da Europol este ano parecem positivos:
Mas por que razão estes casos são tão difíceis de resolver? Porque:
1. Ferramentas de análise de blockchain são diversas — diferentes empresas de análise de blockchain podem chegar a resultados divergentes ao rastrear a mesma transacção, longe de qualquer estandardização.
2. Moedas de privacidade + serviços de mistura — cresceram 20% face ao ano passado, com os criminosos a superarem o próprio FBI em capacidade de dissimulação.
3. As fronteiras tornaram-se irrelevantes — os grupos criminosos operam transnacionalmente, as autoridades de diferentes países funcionam de modo isolado e a partilha de informação está emperrada.
O problema central é a falta de talento e formação
O chefe da Europol, Burkhard Mühl, admitiu na conferência global sobre finanças e criptoactivos: “Estas investigações colocam um enorme fardo sobre as autoridades policiais dos Estados-membros da UE.” As ferramentas tradicionais de rastreio financeiro não funcionam em sistemas descentralizados — é preciso formar especialistas em blockchain.
Diana Pātrut, da associação profissional Block Intelligence, destacou outro problema embaraçoso: A formação em análise de blockchain está a ser dominada pelo sector privado, o que favorece viéses de confirmação e fragmenta ainda mais as investigações transfronteiriças.
Lições para quem detém criptomoedas
A Europol promete reforçar a cooperação transfronteiriça, mas na prática, a complexidade do crime cripto continua a aumentar rapidamente, e o tempo em que as autoridades correm para apanhar o ritmo ainda está longe do fim.