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#通胀与经济增长 Ao ver esta decisão do FOMC, a imagem que me veio à cabeça foi a mesma de 2015. Naquela altura, também havia uma luta de poder — uma forte onda de hawkishness, que ao chegar ao momento crucial da votação, se enfraqueceu. A história às vezes parece uma peça que se repete continuamente.
Desta vez, o resultado moderado e mais dovish parece, à primeira vista, uma vitória para as expectativas de corte de juros, mas os detalhes escondem algo mais complexo. Anna Wong prevê um corte de 100 pontos base no próximo ano, um número bastante interessante no contexto atual — assume que o crescimento salarial será fraco e que a inflação não irá reacender. Contudo, o Morgan Stanley tem uma opinião contrária, acreditando que uma combinação de crescimento mais forte e inflação persistente fará com que o Federal Reserve corte os juros muito menos do que o mercado está a precificar.
Essa divergência não é apenas uma questão de opiniões diferentes, mas uma compreensão completamente distinta sobre a direção dos fundamentos económicos. Já vivi muitas dessas situações — quando o mercado celebra uma redução de juros, muitas vezes é justamente o momento em que os riscos estão mais escondidos. O final de 2018 e o início de 2022 foram exemplos disso. A relação entre inflação e crescimento económico nunca foi linear, e o jogo de vaivém entre eles determina os pontos de virada do ciclo.
A taxa de rendimento dos títulos do Tesouro a 10 anos, próxima de 4%, foi considerada pelo Morgan Stanley como demasiado baixa, uma avaliação que merece reflexão. Se o crescimento for realmente tão resistente quanto esperado, os preços atuais podem facilmente desmoronar. A história mostra que, quando há uma grande divergência entre as instituições, geralmente significa que o mercado ainda não assimilou completamente uma variável-chave. E essa variável, desta vez, pode ser exatamente a questão de se a inflação realmente vai diminuir ou não.