Por que muitas pessoas dizem frequentemente para manter distância dos pobres? Na verdade, o que se quer dizer é afastar-se de pessoas, coisas, ambientes e mentalidades que estão há muito tempo presas no modo de pensar pobre. Primeiro, pobre não é falta de dinheiro, mas sim uma “mentalidade de pobreza”. Essas pessoas reclamam constantemente, não assumem responsabilidade pelos resultados, têm medo de mudar, sentem dor, mas preferem manter o status quo, odeiam os bem-sucedidos, têm uma visão de curto prazo, focam apenas nas perdas e ganhos imediatos e não fazem acumulação a longo prazo.



Segundo, as coisas pobres são de baixo valor, repetitivas e sem juros compostos. Trabalham em empregos temporários, mas nunca aprimoram suas habilidades. Gastam muito tempo e energia por uma pequena vantagem, se entregam a socializações inúteis, fofocas, conflitos internos e discussões sobre quem está certo ou errado. Fazem as coisas apenas para “estar ocupado”, não para “acumular”. À primeira vista, parecem ocupados, mas a longo prazo, quase não mudam seu destino.

Terceiro, as coisas pobres são objetos que ocupam atenção, mas não geram valor. Não quer dizer que não se possa aproveitar, mas sim que: comprar apenas para ostentar ou compensar emoções, consumir com alto endividamento (gastando o futuro para obter prazer no presente), ou possuir itens ou conteúdos que distraem, viciam ou perdem o controle. Os recursos realmente valiosos não são o dinheiro, mas sim: atenção, energia, tempo e estabilidade emocional.

Quarto, o ambiente pobre é o lugar que faz você “normalizar o fracasso”. A parte assustadora do ambiente é que: você acaba sendo assimilado sem perceber. Por exemplo: todos acham que “está tudo bem na vida”, zombam de esforço, estudo e progresso, e consideram “aceitar o destino” como maturidade, reforçando constantemente que “você não consegue, é inútil, nem tente”. Estar nesse ambiente por muito tempo faz a ambição murchar e a motivação ser humilhada até desaparecer.

O mais fatal: a mentalidade pobre é aquela que acredita que “nunca é minha vez”, rejeita oportunidades por instinto, fica ansiosa e procrastina ao pensar em mudar, preferindo permanecer na pobreza segura do que arriscar-se na riqueza. Essa é a verdadeira forma de transmissão da “pobreza geracional”.
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