A direção da regulamentação de conteúdo na internet voltou a mudar. A Austrália foi a primeira a agir, com as novas regras do Comissário de Segurança Eletrônica que entraram em vigor em 27 de dezembro, exigindo claramente que motores de busca como o Google implementem mecanismos de verificação de idade dos utilizadores e realizem auditorias precisas de conteúdos inadequados, concedendo às empresas um prazo de seis meses para adaptação.
Esta onda regulatória está a espalhar-se para a Europa. O governo da Irlanda anunciou um plano mais agressivo — aproveitando a oportunidade de assumir a presidência do Conselho da União Europeia em julho de 2026, para promover a implementação de políticas de verificação de idade em redes sociais em toda a UE, além de sugerir a proibição de contas completamente anónimas. O objetivo desta estratégia é claro: combater a proliferação de discurso de ódio online e a disseminação de informações falsas.
Desde a verificação de idade em motores de busca na Austrália até à promoção de um sistema de identificação real em redes sociais na Irlanda, as abordagens regulatórias de ambos os países são semelhantes — tentam usar a confirmação de identidade para resolver problemas no ecossistema digital. No entanto, a implementação não é fácil. Como podem os motores de busca verificar a idade dos utilizadores sem infringir a privacidade? Quais são as soluções tecnológicas e a capacidade de custo das empresas? Essas questões ainda precisam de respostas da indústria.
Pode-se prever que este não é um caso isolado. Cada vez mais países e regiões estão a refletir sobre como equilibrar a proteção dos menores com a manutenção da ordem na rede. Os dias dos motores de busca e plataformas de redes sociais serão cada vez mais “restritos”, o que pode tornar-se uma nova norma na indústria da internet a partir de 2026 e além.
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Os motores de busca vão entrar na "Era da Verificação de Idade"? As novas ações regulatórias na Austrália e na China despertam reflexões na indústria
A direção da regulamentação de conteúdo na internet voltou a mudar. A Austrália foi a primeira a agir, com as novas regras do Comissário de Segurança Eletrônica que entraram em vigor em 27 de dezembro, exigindo claramente que motores de busca como o Google implementem mecanismos de verificação de idade dos utilizadores e realizem auditorias precisas de conteúdos inadequados, concedendo às empresas um prazo de seis meses para adaptação.
Esta onda regulatória está a espalhar-se para a Europa. O governo da Irlanda anunciou um plano mais agressivo — aproveitando a oportunidade de assumir a presidência do Conselho da União Europeia em julho de 2026, para promover a implementação de políticas de verificação de idade em redes sociais em toda a UE, além de sugerir a proibição de contas completamente anónimas. O objetivo desta estratégia é claro: combater a proliferação de discurso de ódio online e a disseminação de informações falsas.
Desde a verificação de idade em motores de busca na Austrália até à promoção de um sistema de identificação real em redes sociais na Irlanda, as abordagens regulatórias de ambos os países são semelhantes — tentam usar a confirmação de identidade para resolver problemas no ecossistema digital. No entanto, a implementação não é fácil. Como podem os motores de busca verificar a idade dos utilizadores sem infringir a privacidade? Quais são as soluções tecnológicas e a capacidade de custo das empresas? Essas questões ainda precisam de respostas da indústria.
Pode-se prever que este não é um caso isolado. Cada vez mais países e regiões estão a refletir sobre como equilibrar a proteção dos menores com a manutenção da ordem na rede. Os dias dos motores de busca e plataformas de redes sociais serão cada vez mais “restritos”, o que pode tornar-se uma nova norma na indústria da internet a partir de 2026 e além.