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Como devem os investidores em criptomoedas alocar os seus ativos? Esta questão preocupa muitas pessoas. Em vez de seguir cegamente as tendências de alta e de baixa, é melhor fazer um planeamento sistemático.
Com base no equilíbrio entre risco e retorno, os ativos podem ser divididos em três partes. Primeiro, a posição central, que deve representar a maior proporção — cerca de 50%. Bitcoin e Ethereum, como as duas criptomoedas com maior valor de mercado e maior liquidez, são a configuração padrão nesta parte. Embora tenham volatilidade, a longo prazo são a base de todo o ecossistema.
Em segundo lugar, a alocação em setores de potencial, representando cerca de 20%. Esta parte é usada para explorar projetos emergentes de DeFi e tokens de ecossistema, permitindo participar dos lucros do crescimento do ecossistema, com riscos relativamente controlados. O ponto-chave é não sobrecarregar a alocação, mantendo a racionalidade.
Por último, os 30% em stablecoins, que podem ser um centro de lucros muitas vezes negligenciado. Na finança tradicional, fundos ociosos tendem a desvalorizar-se, mas no DeFi, as stablecoins podem gerar rendimentos reais. Tomando como exemplo 1 USD, através de mecanismos de empréstimo, é possível obter uma taxa de 1%, enquanto produtos de gestão de stablecoins podem oferecer cerca de 20% de rendimento anualizado. Isso significa que a sua parte em stablecoins não só preserva o capital, mas também gera uma renda passiva contínua.
A vantagem desta configuração é que, quando o preço das principais moedas cai, os rendimentos das stablecoins podem efetivamente contrabalançar o risco, tornando toda a carteira de investimentos mais estável. Além disso, esses 30% em stablecoins proporcionam liquidez suficiente para uma rápida alocação quando surgirem oportunidades. Se você acredita no potencial de longo prazo de um ecossistema DeFi, alocar uma parte em tokens relacionados também é uma boa estratégia, pois permite participar do crescimento do ecossistema sem diminuir a proporção de stablecoins.