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Há uma questão que é frequentemente levantada: o Bitcoin é a Tulipa 2.0? Recentemente, na entrevista de Natalie Brunell, o investidor renomado Michael Saylor fez uma resposta aprofundada sobre esse tema.
O seu argumento central é bastante claro — comparar o Bitcoin com a bolha das tulipas na história, essa comparação por si só já é problemática. Por quê?
A crise das tulipas acabou por colapsar principalmente porque elas não tinham suporte intrínseco. Uma flor, por mais rara que seja, continua sendo uma flor, sem função de reserva de valor, e sem efeito de rede. As pessoas compram tulipas apostando que poderão vendê-las por um preço mais alto, o que é um jogo de soma zero.
O Bitcoin, por outro lado, é diferente. Ele é sustentado por um livro-razão descentralizado, segurança criptográfica e liquidez global. Cada evento de halving, cada atualização de rede, são avanços tecnológicos concretos. Além disso, mais de dez anos de operação demonstram a resiliência desse sistema — ele passou por inúmeras FUDs, desafios técnicos e pressões regulatórias, e ainda assim permanece firme.
Mais importante ainda, o Bitcoin possui uma programação de escassez — um total de 21 milhões de unidades, um número que nunca mudará. Isso é algo que a tulipa não consegue fazer. Tulipas podem se multiplicar infinitamente, novas variedades surgem constantemente, e a escassez, na essência, é ilusória.
A visão de Saylor aponta para uma questão maior: o que determina o valor de longo prazo de um ativo? Não é a especulação, mas as funções reais que ele carrega e suas propriedades de escassez. Sob essa perspectiva, usar tulipas como analogia ao Bitcoin é, na verdade, uma falta de compreensão da essência do Bitcoin como moeda digital e meio de armazenamento de valor.