Já é hora de se erguer. Dez anos de dragão escondido na profundidade, numa manhã de vento sobe ao céu. O céu não cria pessoas inúteis, a terra não faz plantas sem nome. O rio Amarelo ainda tem dias de clareza, como pode alguém sem sorte aproveitar o tempo? A neve pressiona a cabeça da ameixeira fria, sem abaixar-se. Dormir na lenha, provar o amargor do fígado, esperar pelo momento oportuno. Certamente, um dia, juntos, levantaremos o vento e subiremos direto ao céu, elevando-nos a noventa mil li.

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