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Reunião de resultados do Disney(DIS.US) do 1º trimestre de FY26: este ano, o objetivo do negócio de streaming é atingir uma margem de lucro de 10%
Recentemente, a Disney (DIS.US) realizou a teleconferência de resultados do FY26Q1. A empresa afirmou ter feito avanços significativos no desenvolvimento do negócio de streaming em uma indústria lucrativa. No ano passado, a margem de lucro do streaming atingiu 5%, com a meta de alcançar 10% neste ano.
A empresa mencionou que tem investido continuamente neste setor, integrando conteúdos internacionais e tecnologia de produtos no streaming. Há alguns anos, durante um período, cada trimestre apresentava perdas de 1 bilhão de dólares. No entanto, essa situação melhorou drasticamente.
Além disso, a Disney indicou que, neste trimestre, a receita cresceu 12%, enquanto o lucro aumentou mais de 50%. Sob essa perspectiva, a empresa tem aproveitado ao máximo a eficiência operacional. Continuará a melhorar a eficiência, ao mesmo tempo que investe no desenvolvimento de conteúdos internacionais e na atualização tecnológica para elevar ainda mais a qualidade dos produtos.
Em relação ao acordo de licenciamento com a OpenAI, será permitido aos usuários gerar vídeos de 30 segundos com cerca de 250 personagens da Disney usando o Sora. Os vídeos não conterão vozes humanas ou rostos, e o contrato terá duração de três anos, com a empresa recebendo receitas de licenciamento.
Ao mesmo tempo, a empresa afirmou que ainda não há uma data específica para o lançamento do Sora. Ainda está sendo tratado os detalhes técnicos, com previsão de lançamento em algum momento do FY26, mas, por ora, o conteúdo será limitado a 30 segundos. A extensão futura ainda não é uma prioridade.
Sobre o guidance anual, por que a aceleração na segunda metade do ano? A gestão explicou que as diferenças trimestrais no negócio de Entretenimento dependem do ritmo de lançamento de conteúdos e produtos. O segundo trimestre terá mais programas online do que no ano passado, impactando os lucros operacionais comparáveis. A aceleração na segunda metade do ano se deve principalmente a uma programação de filmes mais forte, incluindo “O Diabo Veste Prada 2”, “Mandalorian”, “Gru 3”, “Toy Story 5” e “Moana” em live-action.
A empresa também acredita que possui bons recursos de IP atualmente, não sendo necessário adquirir mais, focando na valorização dos IPs existentes.
Sobre os turistas internacionais, a gestão explicou que há menor visibilidade sobre esses dados, pois eles tendem a se hospedar menos nos hotéis da Disney. Contudo, usam outros indicadores para avaliar, direcionando mais recursos de marketing para o mercado doméstico, mantendo altos níveis de fluxo de visitantes.
Perguntas e Respostas com Analistas
Q1: Bob, ao longo dos anos, você facilitou negociações importantes de IPs para a Disney. Agora, como espectador, acha que os IPs da Warner Bros. e HBO têm valor considerável? Essa percepção influencia sua estratégia para maximizar o valor comercial dos principais IPs da Disney?
A: Acredito que a disputa pelo controle da WBO deve alertar os investidores para o enorme valor dos ativos de IP da Disney. O núcleo está na forte marca e no portfólio de conteúdos, além do ESPN, que também é uma parte importante do valor.
Ao revisitar a aquisição da Fox, acho que na época fomos bastante visionários. Percebemos a necessidade de possuir mais IPs, por isso assinamos o acordo. Anunciamos a receita em 2017 e concluímos a transação em 2019.
Comparando o preço de aquisição da WBO, nossa avaliação da Fox foi bastante razoável. Com o desenvolvimento atual do negócio, nossas vantagens são evidentes. O mais importante é que esses direitos de propriedade intelectual têm um valor enorme além da tela.
Nos últimos dois anos, investimos 6 bilhões de dólares na produção de filmes, totalizando 37 bilhões de dólares em todos os projetos. Esses investimentos criaram um valor significativo e terão impacto a longo prazo.
Por exemplo, “Zootopia 2” e “Avatar: The Way of Water” trouxeram enormes receitas para a Disney+, com alta visualização e tempo de exibição dos usuários.
Quanto aos parques temáticos, em poucos meses abrirá a área temática “Frozen” em Paris. Além disso, a influência na franquia “Star Wars” também é significativa. O parque Shanghai Disney tem uma grande área dedicada a “Zootopia”, cujo valor é incalculável. A proporção de visitantes que vão especificamente para ver a área de “Zootopia” é muito alta.
Portanto, acredito que temos bons recursos de IP e, por isso, não há necessidade de comprar mais. Nosso foco é continuar a desenvolver o valor desses IPs; podemos criar conteúdos próprios, apoiados por um vasto material de histórias já disponível.
Q2: Sobre a questão de dados de usuários não divulgados: pode nos ajudar a entender melhor as razões do crescimento de 13% na receita de assinaturas do SVOD? Pode fornecer dados específicos do mercado dos EUA e internacional? Além disso, qual a previsão de receita para o restante do ano nas áreas de assinatura e publicidade?
A: Primeiramente, a estratégia de preços (aumento de tarifas); depois, o crescimento nos mercados norte-americano e internacional; e, por último, o sucesso do modelo de bundles — “Pacote duplo”, “Pacote triplo” e “Max Bundle” — que melhoraram o engajamento dos usuários e geraram receitas consideráveis.
Q3: Interessado no desenvolvimento dos parques temáticos domésticos, parece que os dados melhoraram, com aumento no número de visitantes e gastos médios. Pode nos detalhar o desempenho do Disney World? Você mencionou tendências específicas recentemente. A situação de reservas de entrada pode ser usada como um indicador confiável para prever a demanda futura?
A: Walt Disney World teve um desempenho forte neste trimestre, com uma base baixa devido ao impacto do furacão no mesmo período do ano passado, levando os visitantes a se concentrarem mais na região. Além disso, os preços dos ingressos permanecem altos, e o número de visitantes continua crescendo.
Para o ano todo, as reservas aumentaram 5%, com maior crescimento na segunda metade. Isso indica uma tendência bastante positiva.
Q4: O relatório financeiro não menciona o crescimento do lucro por ação ajustado para 2027. Devemos assumir que esse crescimento permanece em dois dígitos ou há possibilidade de revisão futura? E sobre os investimentos de capital, há dúvidas semelhantes.
A: Ainda não há novidades sobre as projeções para 2027. Acreditamos que não faremos ajustes, a menos que haja um anúncio oficial. Portanto, não há mudanças nesse aspecto.
Q5: Bob, ao se aproximar do fim do seu mandato como CEO, você tomou várias medidas após substituir Michael Eisner, que tiveram impacto profundo no crescimento dos lucros.
Por exemplo: transferiu os direitos de transmissão do “Monday Night Football” do ABC para a ESPN, gerando múltiplas fontes de receita; além disso, construiu uma boa relação com Steve Jobs e adquiriu a Pixar. Antes de passar a liderança, quais áreas você acha que seu sucessor deve focar para impulsionar o crescimento sustentável da empresa?
A: Agradeço por mencionar as ações tomadas durante meu mandato. Isso foi há bastante tempo. Tenho orgulho do que fiz na época e também das conquistas posteriores.
Quando voltei há três anos, a empresa tinha muitos problemas urgentes. Mas qualquer gestor sabe que resolver problemas não basta. É preciso preparar o futuro, tomando medidas concretas para criar oportunidades de crescimento.
Desde então, a situação melhorou bastante — implementamos várias mudanças. Também criamos oportunidades de desenvolvimento, incluindo investimentos em “experiências”, para expandir ainda mais nossos negócios globalmente e no mercado marítimo.
Num mundo de rápidas mudanças, tentar manter o status quo é um erro. Tenho certeza de que meu sucessor não fará isso. Eles terão uma forte base, muitas oportunidades de crescimento, e a expectativa de que se adaptem e evoluam continuamente.
Q6: Do ponto de vista operacional, você mencionou que já concluiu uma parceria com a NFL. Como acha que essa relação e o desenvolvimento do negócio evoluirão? Incluindo possíveis renovações após um ano. Ainda não há certeza.
A: Sobre a NFL, a conclusão do negócio ocorreu antes do esperado, permitindo uma integração mais rápida. Para a próxima temporada da NFL e o primeiro Super Bowl na ESPN, há uma grande oportunidade.
Isso não só melhora a operação da NFL na ESPN e a plataforma RedZone, mas também amplia os recursos relacionados à NFL. Reconhecemos o valor desses recursos, especialmente para o streaming da ESPN, cuja importância é evidente.
Não farei comentários específicos sobre o relacionamento futuro entre ESPN e NFL. Basta dizer que, segundo o acordo atual, a NFL tem o direito de terminar a parceria até 2030. O que acontecerá então, ainda é cedo para prever.
Q7: Como está o progresso da estratégia de bundles de streaming, principalmente se o crescimento de usuários do ESPN Unlimited vem mais de assinaturas combinadas ou de canais de TV paga? Quais os fatores que impulsionarão a adoção futura? Além disso, qual será o passo-chave na integração do Hulu neste ano?
A: Temos feito avanços significativos na transformação do streaming em um negócio lucrativo. Desenvolvemos várias ferramentas tecnológicas para melhorar a experiência do usuário e otimizar resultados; além de promover esses serviços globalmente. Acredito que isso prepara o terreno para um crescimento acelerado, com mais novidades em breve.
Para o crescimento, destacam-se: primeiro, continuar oferecendo conteúdo de alta qualidade, especialmente no mercado internacional; segundo, avançar nas melhorias tecnológicas mencionadas; terceiro, oferecer uma experiência unificada na aplicação; e quarto, lançar novas funcionalidades, como vídeos verticais e conteúdo gerado por Sora, que já discutimos.
Até agora, as parcerias com Disney+ e Hulu ajudaram a reduzir a rotatividade de assinantes. A integração com ESPN também melhorou a retenção. Sabemos que diminuir a perda de usuários é fundamental para o crescimento.
Estamos investindo em tecnologia para oferecer uma “experiência tudo-em-um”, mesmo que os consumidores possam comprar Disney+ ou Hulu separadamente. Acreditamos que a maioria usará ambos simultaneamente, para uma experiência totalmente integrada. Esperamos lançar essa funcionalidade até o final do ano.
Q8: Sobre a parceria com a OpenAI, quais conteúdos ela cobre? Como a empresa planeja criar e distribuir conteúdo gerado por IA na sua plataforma? Esses conteúdos serão principalmente vídeos curtos verticais? Aumentar o conteúdo de IA afetará a produção de programas tradicionais e o acervo de conteúdos existentes?
A: A parceria é uma licença com a OpenAI, permitindo aos usuários gerar vídeos de 30 segundos com cerca de 250 personagens da Disney usando o Sora. Os vídeos não terão vozes humanas ou rostos, e o contrato dura três anos, com receita de licenciamento para a empresa.
A empresa também tem o direito de incorporar esses vídeos curtos gerados pelo Sora no Disney+, como uma forma de acelerar a criação de vídeos curtos e conteúdo gerado por usuários, dado o crescimento significativo desses formatos em plataformas externas.
A gestão espera que, no futuro, assinantes do Disney+ possam usar o Sora para criar vídeos curtos dentro da plataforma, aumentando o engajamento. Quanto ao impacto na produção de conteúdo tradicional e no acervo existente, acredita-se que será mínimo. O valor da IA será classificado em três usos: auxiliar no processo criativo, aumentar a eficiência e fortalecer a conexão com os usuários, promovendo uma interação mais profunda e eficaz.
Q9: A estrutura organizacional da empresa está preparada para a transição e operação de longo prazo?
A: Quando retornei há três anos, minha primeira ação foi reestruturar a empresa. O objetivo principal foi fortalecer a responsabilidade pelo streaming. Claramente, nossos estúdios de produção e departamentos de TV investem mais em conteúdo. Acredito que esses times, que mais investem, devem assumir maior responsabilidade pelos resultados.
O foco é reforçar a responsabilidade no streaming, vinculando diretamente os investimentos em conteúdo aos lucros e perdas. Para isso, delegamos a operação do streaming a Allen Bergman e Dana Walden, responsáveis pelo cinema e TV global, cujos investimentos impactam diretamente a lucratividade do streaming.
Antes da minha gestão, essa área tinha prejuízo de cerca de 1,5 bilhão de dólares no trimestre anterior e quase 4 bilhões no ano anterior. Os resultados atuais mostram que nossos esforços deram frutos: no último ano, o negócio lucrou mais de 1 bilhão de dólares. Estamos caminhando para uma empresa mais bem-sucedida. Essa reestruturação foi fundamental.
Embora não possa falar em nome do meu sucessor, acredito que toda organização deve basear-se em um sistema de responsabilidade bem definido. Isso é essencial.
Q10: Os investimentos contínuos em conteúdo internacional e tecnologia de produtos no streaming têm pesado na lucratividade? Quanto podem liberar de alavancagem operacional no próximo ano e além?
A: Investimos continuamente nesse setor. Há alguns anos, cada trimestre apresentava perdas de 1 bilhão de dólares. Agora, essa situação melhorou bastante.
Bob estabeleceu metas: primeiro, tornar o streaming lucrativo; depois, elevar a margem de lucro a dois dígitos. No ano passado, atingimos 5%; nossa meta para este ano é 10%.
Neste trimestre, a receita cresceu 12%, e o lucro mais de 50%. Aproveitamos a eficiência operacional ao máximo. Continuaremos a melhorar essa eficiência e a investir em conteúdo internacional e tecnologia para aprimorar a qualidade.
Precisamos equilibrar crescimento rápido com eficiência operacional. Na última discussão, estabelecemos uma meta de crescimento de receita de dois dígitos. Já atingimos esse objetivo no primeiro trimestre e queremos manter esse ritmo.
Q11: O que impulsiona a previsão de lucro operacional do segundo trimestre na área de Entretenimento? Por que o guidance anual acelera na segunda metade? O declínio nas assinaturas esportivas foi impulsionado principalmente pelo streaming da ESPN? A tendência de bundles também melhora?
A: A gestão explicou que as diferenças trimestrais no negócio de Entretenimento dependem do ritmo de lançamento de conteúdos e produtos. O segundo trimestre terá mais programas online do que no ano passado, impactando os lucros comparáveis. A aceleração na segunda metade vem de uma programação de filmes mais forte, incluindo “O Diabo Veste Prada 2”, “Mandalorian”, “Gru 3”, “Toy Story 5” e “Moana” em live-action.
Esses filmes não só ajudam no lucro do ano, mas também continuarão a gerar valor por meio de produtos de consumo e parques temáticos. “Zootopia 2” e “Avatar 3” também serão lançados no Disney+ antes do fim do ano.
“Zootopia” e “Avatar” tiveram quase 1 milhão de visualizações na estreia no Disney+. Os dois filmes, incluindo as primeiras versões, acumularam bilhões de horas assistidas. Se lançados antes do fim do ano, trarão grande valor ao streaming.
Q12: Quando o conteúdo gerado por usuários com Sora estará disponível no Disney+? A empresa planeja estender o limite de 30 segundos para conteúdos mais longos? Como as mudanças nos turistas internacionais afetam os negócios? Os turistas internacionais trazem novas demandas? Como estão as reservas do Disney Adventure?
A: A gestão afirmou que ainda não há uma data específica para o lançamento do Sora. Os detalhes técnicos estão sendo ajustados, com previsão de lançamento em algum momento do FY26, mas, por ora, o limite de conteúdo será de 30 segundos. A extensão futura não é uma prioridade atual.
Sobre os turistas internacionais, a visibilidade é menor devido ao menor número de hóspedes estrangeiros nos hotéis Disney. A empresa usa outros indicadores para avaliar, direcionando mais recursos de marketing ao mercado doméstico, mantendo altos níveis de fluxo.
Q13: Como a mudança na divulgação do segmento de Entretenimento melhora a gestão da empresa? Quais melhorias essa mudança traz para os investidores?
A: A gestão explicou que trata o segmento de Entretenimento como um todo, sem dividir linear TV, streaming e cinema, pois isso complicaria a análise e não reflete a realidade do negócio. Na essência, os consumidores migram entre canais, mas o conteúdo é produzido e distribuído de forma integrada.
Acredita-se que essa mudança na divulgação traz maior clareza, alinhando-se melhor à operação real e reduzindo complexidades desnecessárias.
Q14: A longo prazo, a estrutura de lucros será mais equilibrada? Ainda será dominada pelo negócio de Experiences? Como a gestão avalia a contribuição futura dessas duas principais áreas?
A: A gestão revisou que, em 2005, o retorno do investimento em parques era baixo e as expansões limitadas. Com a aquisição de IPs valiosos como Pixar, Marvel, Lucasfilm e Fox, esses ativos aumentaram a atratividade e a rentabilidade dos parques, apoiando maiores investimentos e melhores retornos.
Hoje, a área de Experiences é mais ampla e diversificada, com projetos em andamento que ampliarão a escala e o alcance. Após visitar Abu Dhabi, a gestão acredita que há potencial enorme na região, devido à sua localização estratégica e ao uso de tecnologias modernas, o que torna o crescimento de Experiences muito promissor.
Ao mesmo tempo, o futuro do entretenimento também é claro, com uma trajetória de lucratividade de streaming clara e um pipeline forte de filmes. Assim, as duas áreas devem competir de forma saudável, ambas capazes de impulsionar os lucros da empresa e crescerem sob os investimentos atuais e tendências de mercado.