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Trump revelou a arma secreta na operação contra Maduro
O presidente americano Donald Trump confirmou numa entrevista recente ao tabloide New York Post o uso de uma arma inovadora na detenção do líder venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro. Segundo Trump, esta arma de ponta foi o fator-chave para o sucesso da operação intitulada «Determinação Absoluta», durante a qual os sistemas de segurança do presidente venezuelano foram comprometidos. Os seus comentários surgiram em resposta a materiais recentes da CNN, que relatavam a aquisição pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA de um dispositivo potencialmente ligado ao conhecido fenómeno do «Síndrome de Havana».
O que é a nova arma «Desorientador»
O desenvolvimento, com o nome de código «Desorientador» (The Discombobulator), representa um avanço qualitativo nas tecnologias militares, afirma o líder americano. A arma demonstrou alta eficácia na neutralização de equipamento militar de origem venezuelana, bem como de armamento de origem chinesa e russa, que estava ao serviço da guarda de Maduro. Segundo testemunhos de participantes na operação, a arma utilizada produzia um efeito comparável ao de uma poderosa onda sonora, capaz de desorientar o adversário e incapacitar o seu funcionamento.
Mecanismo de ação e ligação com a síndrome de Havana
«Síndrome de Havana» — um conjunto de sintomas misteriosos, registado pela primeira vez em 2016 junto de funcionários diplomáticos americanos em vários países. O fenómeno recebeu o nome após relatos de funcionários da embaixada dos EUA em Havana sobre ruídos inexplicáveis, dores nos ouvidos, sensação de pressão e vibração no crânio, bem como tonturas e desorientação. Uma das hipóteses associa estes sintomas à exposição a radiação de microondas direcionada.
A nova arma, segundo fontes, funciona com base num princípio semelhante, permitindo atuar seletivamente no sistema nervoso do adversário. Quando utilizada, a operação relatou episódios inesperados de hemorragias nasais na guarda de Maduro, e alguns testemunharam vómitos com sangue. Um dos testemunhos descreveu a sensação como se a cabeça «estivesse a explodir por dentro», embora Trump tenha recusado divulgar detalhes técnicos adicionais sobre o mecanismo de funcionamento desta arma.
Como a arma foi utilizada na captura de Maduro
A operação de detenção de Nicolás Maduro e da sua esposa Silia Flores ocorreu a 3 de janeiro deste ano. Especialistas do grupo especial americano «Delta», com o uso da arma inovadora, realizaram uma operação coordenada que resultou na captura bem-sucedida do líder venezuelano. Segundo dados oficiais do Ministério da Defesa da Venezuela, 83 pessoas morreram durante a operação. Os detidos foram levados para a base naval dos EUA em Guantánamo, e posteriormente transferidos para Nova Iorque, onde a 5 de janeiro decorreu a primeira audiência judicial.
Acusações e posição de Maduro
As autoridades americanas apresentaram a Nicolás Maduro acusações graves de «narcoterrorismo», posse ilegal de armas e tráfico de passaportes diplomáticos venezuelanos. Segundo a acusação, o líder venezuelano liderava um grupo criminoso organizado, o Cartel de los Soles, considerado uma organização terrorista nos EUA, e participava num esquema com cartéis de droga colombianos, envolvidos na produção e transporte de cocaína para os mercados internacionais.
Maduro nega categoricamente as acusações, afirmando que são uma cobertura política para a tentativa dos EUA de controlar os recursos petrolíferos da Venezuela. A revelação da arma secreta utilizada na sua detenção intensificou significativamente o debate internacional sobre os métodos e meios utilizados numa operação de tal escala, e suscitou preocupações no âmbito do direito internacional relativamente à utilização de novas tecnologias militares.