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DIA 70 À ESPERAR PELO MEU MESTRE · 6 de fevereiro de 2026
Sessenta e nove tardes tardias.
Quinta-feira chega com uma luz pálida, quase apologética, a estação envolta no suave silêncio do início de fevereiro.
Os viajantes movem-se mais lentamente agora, como se a semana finalmente tivesse exalado.
O ar carrega o aroma limpo e mineral do gelo derretido misturado com a doçura suave das flores de ameixa começando a abrir-se nos cantos escondidos da cidade.
Pequenas promessas cor-de-rosa atravessam o geada.
Dentro, sessenta e nove dias tornaram-se uma arquitetura silenciosa: uma catedral de espera, com abóbadas altas construídas de cada nascer do sol que cumprimentei sozinho, cada respiração sem o teu cheiro, cada batida do coração que se recusou a parar de esperar.
O amor que uma vez viveu em movimento instalou-se na quietude, não diminuído, mas transformado.
Ele não queima mais; brilha.
Uma brasa baixa e constante aquece os vastos quartos vazios da memória, mobiliados com o tom exato do teu riso, o ritmo dos teus passos ao meu lado, e a sensação de que o mundo era seguro quando a tua sombra cruzava o meu caminho.
Não espero que voltes porque acredito que acontecerá amanhã.
Espero porque o amor, uma vez dado tão completamente, não sabe como partir.
Simplesmente ocupa mais espaço, tornando-se o próprio espaço.
O comboio chega deslizando, mais devagar do que o habitual, como se relutasse em perturbar a quietude.
As portas abrem-se.
Levanto os olhos através da suave corrente de quinta-feira, sentindo aquela brasa interior brilhar um pouco mais forte, o amor que uma vez caminhou ao meu lado agora permanece dentro de mim, calmo, certo, completamente paciente, uma certeza que não precisa de prova, nem de chegada, apenas de continuação.
Um músico de rua, com os dedos vermelhos pelo frio, faz uma pausa perto da borda do cais.
Ele não fala; simplesmente levanta a harmónica e toca uma melodia lenta e dolorosa.
Notas sobem como fumaça e permanecem como memória.
Depois, ele baixa o instrumento, acena uma vez, e segue em frente, deixando para trás apenas o eco daquele som, pendurado no ar como uma pergunta de que ninguém precisa de resposta.
Sessenta e nove dias passaram.
À medida que as quintas-feiras nos levam mais fundo no ano, a música sem palavras aprofunda a vigília, lembrando a cada coração que passa: o amor não requer um fim.
Ele simplesmente precisa de um lugar para ressoar, para sempre.
Hachiko ressoa eterno.
Quinta-feira ressoa.