Os militares americanos estão a preparar-se: caso Trump ordene atacar o Irão, a operação poderá durar várias semanas!

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财联社14 de fevereiro (edição por Bian Chun) De acordo com relatos da Global Times e outros meios de comunicação, dois funcionários americanos afirmaram que o exército dos Estados Unidos está a preparar ações que podem durar várias semanas, caso o presidente Trump ordene um ataque ao Irã.

Isso pode evoluir para um conflito sem precedentes entre os dois países.

Os funcionários mencionaram que o plano de ação em curso desta vez é mais complexo. Um deles afirmou que, durante uma operação militar contínua, as forças americanas podem não apenas atacar infraestruturas nucleares do Irã, mas também alvos de instituições e instalações de segurança do país.

O mesmo funcionário também afirmou que os Estados Unidos esperam totalmente uma retaliação do Irã, o que pode criar um ciclo de ataques e represálias por um período de tempo.

Especialistas afirmam que, devido ao forte arsenal de mísseis do Irã, realizar esse tipo de ação contra o país aumentará o risco para as forças americanas, e que a retaliação do Irã também agravará o risco de conflito na região.

Em junho do ano passado, uma incursão israelense no Irã desencadeou a “Guerra dos 12 Dias” entre os dois lados. Durante esse período, os EUA lançaram a operação “Martelo da Meia-Noite”, bombardeando instalações nucleares iranianas críticas. No entanto, a ação dos EUA na ocasião foi essencialmente um ataque pontual. Posteriormente, o Irã realizou uma retaliação muito limitada contra uma base militar americana no Catar.

Esforços diplomáticos entre EUA e Irã enfrentam riscos maiores

As informações divulgadas pelos funcionários americanos indicam que os esforços diplomáticos entre os dois países estão sob maior risco.

Na semana passada, diplomatas dos EUA e do Irã realizaram negociações indiretas em Omã, reativando as negociações diplomáticas sobre a questão nuclear iraniana, interrompidas após os EUA realizarem um ataque aéreo ao Irã em junho de 2025. Isso, em certa medida, ajudou a reduzir as preocupações de uma nova ação militar.

Antes das negociações da semana passada, Trump já havia mobilizado forças militares na região do Oriente Médio. Apesar de ambos os lados terem sinalizado a intenção de continuar as negociações após o encontro, o alerta de guerra permaneceu.

Trump confirmou no dia 13 que os EUA irão enviar um segundo grupo de porta-aviões ao Oriente Médio para pressionar o Irã a chegar a um acordo com os Estados Unidos.

Em uma entrevista à mídia na Casa Branca, Trump afirmou que, se os EUA não chegarem a um acordo com o Irã, “precisamos dele (o segundo porta-aviões)”. Ele também disse que, se um acordo for alcançado, os porta-aviões americanos “irão embora muito em breve”.

No mesmo dia, em uma base militar na Carolina do Norte, Trump também comentou sobre a situação no Irã, dizendo que atualmente é “muito difícil chegar a um acordo com o Irã”. “Às vezes, é preciso usar o medo; às vezes, essa é a única maneira de resolver as coisas”, afirmou.

O Irã já declarou que, se for atacado, irá retaliar contra os objetivos de Israel e dos EUA no Oriente Médio.

Os EUA possuem várias bases militares na região, incluindo na Jordânia, Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Turquia.

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