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Em meados de março de 2026, os Estados Unidos estão ativamente a trabalhar para formar uma coligação naval multinacional para escoltar navios comerciais através do Estreito de Ormuz. Esta iniciativa segue-se a um encerramento "de facto" da via navegável pelo Irão a 2 de março de 2026, em resposta a ataques militares conjuntos dos EUA e Israel.
Estado Atual do Plano de Escolta
Anúncio Pendente: Relatórios de 16 de março indicam que a Casa Branca espera anunciar a coligação formal ainda esta semana. O objetivo principal é estabelecer um corredor de escolta naval para proteger os navios-cisterna de ameaças de drones, mísseis e minas navais iranianas.
Parceiros Propostos: O Presidente Trump pediu publicamente a nações fortemente dependentes do estreito para energia—incluindo China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido—para contribuir com navios de guerra.
Desafios Logísticos: Especialistas militares observam que mesmo com uma coligação, comboios escoltados seriam significativamente mais lentos do que o tráfego normal, permitindo provavelmente apenas uma fração dos habituais 20 milhões de barris de petróleo por dia passarem.
Resposta Internacional
A formação da coligação tem recebido reações mistas e cautela diplomática significativa:
O Reino Unido: O Primeiro-Ministro Keir Starmer discutiu a importância de reabrir o estreito com os EUA, mas ainda não se comprometeu publicamente com navios de guerra britânicos para a missão.
A UE: Enquanto há conversa sobre expandir operações navais existentes (como as no Mar Vermelho), membros-chave como a Alemanha expressaram relutância em tornarem-se "partes ativas" do conflito. A França indicou que está a trabalhar com parceiros mas sublinha que as condições devem estar certas.
China: Apesar de ser o maior importador de petróleo através do estreito, Pequim mantém-se evasiva, afirmando que todas as partes têm uma responsabilidade na segurança energética mas abstendo-se de um compromisso militar com o plano liderado pelos EUA.
Situação no Estreito (Março de 2026)
Bloqueio Efetivo: Embora não seja um bloqueio formal, as ameaças e ataques iranianos (pelo menos 14 navios atingidos desde finais de fevereiro) causaram uma queda no tráfego marítimo de mais de 90%.
Impacto Económico: Os preços globais do petróleo ultrapassaram $100 por barril, e os preços de gasolina dos EUA subiram mais de 70 cêntimos por galão desde o início do conflito.
Escalada Militar: O Comando Central dos EUA realizou recentemente ataques preventivos contra navios minadores iranianos e infraestruturas navais para degradar a sua capacidade de assediar o corredor de escolta proposto.