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Indonésia entra no top 10 mundial dos mineradores de Bitcoin, disputando com o Cazaquistão e a Etiópia
O relatório mais recente do Global Hashrate Heatmap do segundo trimestre (Q2) 2026 mostra um fenómeno único na indústria de mineração de Bitcoin. Globalmente, o poder de computação total, ou hashrate, diminuiu 5,8%, passando para 1.004 EH/s, em comparação com o início do ano. Esta queda acontece porque muitos mineradores foram obrigados a desligar máquinas antigas, que consomem muita electricidade, devido à descida do preço do Bitcoin, que chegou a cair até 50% do seu pico, fazendo com que os custos operacionais deixassem de compensar os resultados obtidos.
No meio destas condições de mercado desafiante, a Indonésia conseguiu fazer história ao alcançar o lugar entre os 10 maiores países mineradores de Bitcoin do mundo. Com uma quota de mercado de 1,8%, ou seja, 18 EH/s, a Indonésia está agora a competir de forma acesa com o Cazaquistão e a Etiópia. A entrada da Indonésia nesta lista mostra que a infra-estrutura de mineração de bitcoin doméstica está a começar a passar a utilizar equipamento mais moderno e eficiente, permitindo-lhe continuar a resistir enquanto muitos mineradores noutras regiões ficam pelo caminho.
Com base nos dados do Hashrate Index, os Estados Unidos continuam a liderar a dominação global, mas os países do Sudeste Asiático e do Médio Oriente começam a mostrar força. Segue-se a lista dos 10 maiores países mineradores de Bitcoin com base na quota de mercado global no Q2 2026:
Estados Unidos: 37,4%
Rússia: 16,9%
China: 12,0%
Paraguai: 4,3%
Emirados Árabes Unidos: 3,0%
Omã: 3,0%
Canadá: 2,6%
Etiópia: 2,5%
Cazaquistão: 1,8%
Indonésia: 1,8%
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