Agora, ir às lojas físicas comprar roupas realmente está cada vez mais parecendo uma “experiência de contra-tempo”.


A sensação mais evidente é que as compras online já eliminaram muitas complicações, mas as lojas físicas ainda permanecem em um estado bastante primitivo.
Por exemplo, online, ao adicionar um produto ao carrinho, o sistema calcula automaticamente descontos, promoções, vantagens de membros, e o preço final fica claro de uma só vez.
Hoje, levei meu filho às lojas físicas só para perguntar “quanto fica tudo com o desconto aplicado”, e a vendedora só conseguiu pegar o celular com calculadora, digitando o preço de cada peça uma a uma. O problema é que cada roupa tem um desconto diferente, e no final, o processo deixou de ser uma compra e virou mais uma resolução de um problema de aplicação.
O mais constrangedor é que, após uma série de cálculos manuais e descontos, o preço final na loja acabou sendo 1200 yuans mais caro do que na loja oficial do Taobao.
Isso torna difícil convencer alguém a continuar comprando nas lojas físicas.
Devoluções também são assim.
As lojas físicas, claro, também suportam sete dias sem motivo, mas o pré-requisito é que você tenha que voltar ao shopping. Ida e volta, estacionamento, filas, comunicação, tudo isso é custo extra.
E até que ponto as compras online já se tornaram convenientes? Na JD.com, no programa 88VIP, muitas vezes a devolução não tem frete, basta agendar uma coleta na sua casa, colocar a roupa na porta e esperar o entregador chegar. Todo o processo quase não exige esforço.
Claro, as lojas físicas não são completamente sem valor.
Sua maior vantagem ainda é a possibilidade de ver uma grande variedade de modelos em pouco tempo, tocar o tecido, julgar a cor, o corte, a textura. Essas experiências reais são difíceis de serem substituídas por fotos online ou por vídeos de compradores.
Mas o problema é que, só poder “tocar e experimentar” já não é suficiente.
Se as lojas físicas quiserem se tornar atraentes novamente, pelo menos precisam preencher duas experiências básicas:
Primeiro, alinhar os preços online e offline o máximo possível.
Os consumidores não rejeitam pagar um pouco mais na loja física, mas não podem pagar tanto a ponto de sentir que estão sendo explorados por uma assimetria de informações.
Segundo, o sistema de checkout precisa ser atualizado.
Promoções, descontos, preços de membros, campanhas entre categorias, tudo deve ser calculado automaticamente pelo sistema, e não depender do vendedor com calculadora na mão, fazendo cálculos na hora.
Somente ao preencher essas experiências básicas, as lojas físicas poderão oferecer, com serviços melhores, experiências de experimentação mais autênticas e recomendações de combinação mais profissionais, um valor que o online não consegue substituir.
Caso contrário, o problema das lojas físicas não será “as pessoas não gostam mais de fazer compras”, mas sim que, após visitar, elas percebem que é mais fácil e mais econômico fazer o pedido pelo celular em casa.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
  • Recompensa
  • Comentar
  • Republicar
  • Partilhar
Comentar
Adicionar um comentário
Adicionar um comentário
Nenhum comentário
  • Fixar